Nunca Mais Mais do Mesmo implica a necessidade de mudança, se necessário for, com rupturas. Mudanças a sério e não meras alterações ditadas pela simples mudança dos personagens e dos figurantes. Mudança da Política e das políticas assente no Visão do Indivíduo-Pessoa antes do Indivíduo-Cidadão remetido para a quotidiana categoria de contribuinte e pagador de impostos. Assente na perspectiva da responsabilidade inter-geracional e na radical diversidade da oferta e das propostas políticas - chega de Bloco Central, que alarga e cujo poder de atracção é cada vez mais forte e chega mesmo às margens do sistema. Assente numa Visão do País que não o pense como um produto acabado e com horizontes limitados - não há determinismos na História.
Com a convicção da imprescindibilidade dos partidos políticos e do seu papel decisivo para os regimes democráticos vem também a consciência de que algo está mal na sua actual configuração e modus operandi, como reconhecem os seus principais responsáveis, os quais, depois de cavalgarem os respectivos aparelhos, vão paulatinamente perdendo a paciência para os aturarem. Nunca Mais Mais do Mesmo significa também aqui falar claro.
Assume-se o gosto pelas Pessoas, pelo País e pela Política. Vamos então conversar sobre tudo isto.
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